Artigos do Professor Marins e textos discutidos nos Programas de TV

O DIA DO TRABALHO E A PANDEMIA

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O DIA DO TRABALHO E A PANDEMIA

 

Luiz Marins

 

Em quase todos os países, no dia 01 de maio se comemora o Dia do Trabalhador, Dia do Trabalho, Dia Internacional dos Trabalhadores ou Festa do Trabalhador. Cada país tem sua denominação diferente para a data. No Brasil é chamado “Dia do Trabalho”. É uma data comemorativa internacional, dedicada aos trabalhadores, celebrada anualmente, sendo feriado em muitos deles, como no Brasil.

A homenagem remonta ao dia 01 de maio de 1886, quando houve uma greve na cidade norte-americana de Chicago, com o objetivo de conquistar condições melhores de trabalho, principalmente a redução da jornada de trabalho, que chegava a 17 horas diárias, para oito horas.

Desde então, com o passar dos anos e outras manifestações em vários países, os trabalhadores de todo o mundo conquistaram uma série de direitos e, em alguns países, tais direitos ganharam códigos de trabalho e também estão sancionados por Constituições, como no caso brasileiro.

O diretor da OIT—Organização Internacional do Trabalho—da ONU, alerta que “Agora é hora de voltar a gerar os empregos perdidos com a pandemia e criar novas oportunidades de trabalho decente”.

Assim, em tempos de pandemia, o 01 de maio em todo o mundo está sendo marcado pela preocupação pelo desemprego que tem atingido milhões de trabalhadores. Temos que voltar a criar empregos com remuneração justa e este será o maior desafio pós-pandemia em todo o mundo, afirmam os especialistas.

Assim, a comemoração deste Dia do Trabalho deve nos levar à reflexão—trabalhadores, empresários, políticos e sociedade em geral—sobre estes tempos que estamos vivendo e o quanto o trabalho é essencial para o ser humano e como jamais autoridade alguma poderá impedir uma pessoa de exercer livremente o seu trabalho.

Pense nisso. Sucesso!

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PENSE NISSO:

>Segundo a ONU, somente na América Latina foram perdidos mais de 26 milhões de empregos nesta pandemia;

>Isso sem contar os trabalhadores autônomos e informais que, proibidos de trabalhar, não têm tido condições de sobreviver com um mínimo de dignidade;

>Adicione-se ainda as milhares de empresas que tiveram que encerrar suas atividades devido às restrições impostas durante a pandemia.

>Tempos difíceis!

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